Sou apenas um romântico perdido,
Neste crudelíssimo mundo corrompido,
Onde jovens transviados,
Sem saber o perigo,
Dizem encontrar a felicidade,
Em um copo de conhaque,
E na química de algum comprimido.
__________________________________________________________
Olá, pessoal!
O poema acima foi feito por mim em um momento daqueles em que ficamos pensando na loucura que tem se tornado a vida.
Espero que gostem.
Deixem seus comentários.
Beijos pra quem é de beijos e Abraços para quem é de abraços.
Um blog voltado a discussão de temas da sociedade atual e onde falarei um poudo de mim e meus momentos.
Quem sou eu
- Wagner
- Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
- Sou uma pessoa amigável, que considera os amigos como uma das coisas mais importantes na vida, pois como diria Renato Russo, os amigos são a família que escolhemos pra gente.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 19 de setembro de 2009
Apesar de tudo o Rio é lindo!
Olá amigos,
Outro dia, como de costume, saí do trabalho e fui aguardar o ônibus para voltar à minha casa. Só que ao invés de aguardá-lo na Radial Oeste, próximo a estação do Metrô de São Cristóvão, o fiz na altura da Praça da Bandeira, praticamente em frente a sede da Defesa Civil que está em obras.
Todo carioca sabe que aquela região não é das mais belas. Imagine com o local transformado em um canteiro de obras...
Perdido em meus pensamentos (estava literalmente divagando), após aguardar alguns minutos em meio aquele pequeno caos, digno da pós-modernidade, entrei no coletivo.
Por sorte o mesmo estava vazio e pude me sentar à sua janela, mas ao invés de olhar para a via pública, resolvi elevar meu olhar para acima dos prédios e pude perceber a presença do Cristo Redentor ao fundo de todo aquele purgatório. Vislumbrando com seus braços abertos não somente o Caos, mas uma verdadeira colcha de nuvens que cobria parte do Corcovado e das formações montanhosas próximas a ele, uma visão belíssima que em qualquer lugar do mundo destoaria daquela imagem maravilhosa, mas o que ocorria era o contrário. Todo o cenário se completava. Quem me dera ter uma câmera naquele momento para poder registrar a imagem que vi.
Neste momento meu espírito se encheu de esperança e senti orgulho de ser Brasileiro e Carioca. Comecei a pensar com os meus botões e dei razão aos diversos poetas que cantam esta cidade. Este lugar que segundo Cazuza pode ir do mais belo paraíso ao mais sujo puteiro, mas que para mim e muitos outros cariocas, não perde nunca o seu glamour.
Um abraço aos rapazes e um beijo nas moças.
Até o próximo post.
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Amor ao Rio,
Cidade Maravilhosa,
Rio de Janeiro,
RJ
domingo, 13 de setembro de 2009
Vã Filosofia
Nada é concreto,
Tudo é incerto,
Tudo é côncavo e convexo,
Minha vida sem o amor
é um livro nunca aberto.
Às vezes o amor nos causa dor,
Mas mesmo assim continuamos...
... A amar...
O amor é o mais concreto dos objetos abstratos,
é o sentimento mais forte do
universo, pois é em volta dele
que o mundo gira
sem parar.
Por isso continuamos
a amar sem parar,
nem mesmo para pensar
na possibilidade dele nos machucar.
Obs.: Esse é um poema que fiz a algum tempo e resolvi compartilhar com vocês meus amigos.
Beijos para as moças e um abraço para rapaziada.
Tudo é incerto,
Tudo é côncavo e convexo,
Minha vida sem o amor
é um livro nunca aberto.
Às vezes o amor nos causa dor,
Mas mesmo assim continuamos...
... A amar...
O amor é o mais concreto dos objetos abstratos,
é o sentimento mais forte do
universo, pois é em volta dele
que o mundo gira
sem parar.
Por isso continuamos
a amar sem parar,
nem mesmo para pensar
na possibilidade dele nos machucar.
Obs.: Esse é um poema que fiz a algum tempo e resolvi compartilhar com vocês meus amigos.
Beijos para as moças e um abraço para rapaziada.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Reflitamos Sobre as Políticas de Desenvolvimento - O Plano de Metas do Governo Juscelino Kubistchek.
Abrindo nosso fórum de debates, logo abaixo segue um trecho de minha Monografia entitulada: "A OPERAÇÃO PAN-AMERICANA E A DIPLOMACIA BRASILEIRA NA ONU".
Este fragmento aborda, de forma resumida, o que é o Plano de Metas e a pergunta que considero chave para o nosso debate é, "ALGO EVOLUIU DESDE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE METAS OU SEU IDEAL SE PERDEU JUNTO AO TÚMULO DE SEU IDEALIZADOR?"
Não deixem de comentar...
O denominado Plano de metas, consistiu em mais do que se referiam seus 31 objetivos. Era toda uma política visando o engrandecimento e desenvolvimento da nação e a sua inserção no plano político internacional.
Podemos constatar o ideal desenvolvimentista de Juscelino no que ele próprio considerava como o 31º e síntese de seu ideal desenvolvimentista, que era a construção de Brasília e a transferência da capital federal para lá. Os demais objetivos estavam distribuídos em cinco agrupamentos, um correspondente ao setor energético, um correspondente aos transportes, um as indústrias de base, e um referente à área educacional, sendo ele nada mais que uma forma de enfrentar a atmosfera hostil onde se inseria a implementação do governo JK.
Torna-se extremamente importante mencionar, que as áreas mais privilegiadas pelo plano foram os transportes, energético e industrial.
No campo energético vale a menção da questão do petróleo, enquanto que na questão industrial é digna de nota a implementação de um fomento a siderurgia, mesmo sendo estas áreas, no momento, consideradas atraentes pelos empresários e investidores em geral.
No que tange o desenvolvimento industrial, o Plano de metas foi a atitude mais firme em prol do fomento a atividade industrial até aquele momento. Tal afirmação pode ser considerada verídica pois Juscelino é o primeiro presidente a fomentar a industrialização alicerçada no capital e gerenciamento estrangeiro, principalmente o norte americano. Sendo que para o sucesso deste processo, torna-se necessária para estruturação dos estágios superiores da pirâmide industrial, de uma forma integrada, o financiamento por um capital social básico, o que indica a presença de um processo de substituição das importações, iniciado por Dutra, ampliado por Getúlio, com auxilio do aumento das exportações, gerado pelo conflito na Coréia.
Ao tomarmos como referência a remodelação do setor agrícola, temos as suas questões marginalizadas, sendo a preocupação com o problema limitada apenas a definição dos parâmetros referentes ao quantitativo a ser armazenado e a mecanização da produção.
Outra questão que foi posta a margem pelo plano foi o da questão da distribuição de renda, onde existia uma ênfase mínima, aos gastos sociais, surgindo apenas em 1959 um projeto visando a dinamização das regiões primário exportadoras, alijadas do processo de industrialização, com a criação da SUDENE – Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste – já que a região nordeste era a mais afetada por esta problemática.
Dentro do plano, o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), tornou-se uma peça de grande importância para sua implementação, funcionando como seu assessor direto.
O ISEB, como era chamado, consistia em um grupo formado por professores, intelectuais, representantes da cúpula militar, dos ministérios e do congresso. Sendo a instituição subordinada diretamente ao Ministério da Educação.
Surge neste momento, uma política nacional – desenvolvimentista que distingui-se do nacionalismo pois combinava o Estado, as empresas privadas nacionais e o capital estrangeiro, visando o desenvolvimento, enfatizando a industrialização.[1]
[1] Podemos ver todas estas informações referentes ao plano de metas nas obras:
FAUSTO, Boris, História do Brasil - 11.ª ed. – São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003. Pp. 425 à 430.
E, LESSA, Carlos. Quinze anos de política Econômica, São Paulo, Brasiliense. Pp. 14 à 17.
Podemos constatar o ideal desenvolvimentista de Juscelino no que ele próprio considerava como o 31º e síntese de seu ideal desenvolvimentista, que era a construção de Brasília e a transferência da capital federal para lá. Os demais objetivos estavam distribuídos em cinco agrupamentos, um correspondente ao setor energético, um correspondente aos transportes, um as indústrias de base, e um referente à área educacional, sendo ele nada mais que uma forma de enfrentar a atmosfera hostil onde se inseria a implementação do governo JK.
Torna-se extremamente importante mencionar, que as áreas mais privilegiadas pelo plano foram os transportes, energético e industrial.
No campo energético vale a menção da questão do petróleo, enquanto que na questão industrial é digna de nota a implementação de um fomento a siderurgia, mesmo sendo estas áreas, no momento, consideradas atraentes pelos empresários e investidores em geral.
No que tange o desenvolvimento industrial, o Plano de metas foi a atitude mais firme em prol do fomento a atividade industrial até aquele momento. Tal afirmação pode ser considerada verídica pois Juscelino é o primeiro presidente a fomentar a industrialização alicerçada no capital e gerenciamento estrangeiro, principalmente o norte americano. Sendo que para o sucesso deste processo, torna-se necessária para estruturação dos estágios superiores da pirâmide industrial, de uma forma integrada, o financiamento por um capital social básico, o que indica a presença de um processo de substituição das importações, iniciado por Dutra, ampliado por Getúlio, com auxilio do aumento das exportações, gerado pelo conflito na Coréia.
Ao tomarmos como referência a remodelação do setor agrícola, temos as suas questões marginalizadas, sendo a preocupação com o problema limitada apenas a definição dos parâmetros referentes ao quantitativo a ser armazenado e a mecanização da produção.
Outra questão que foi posta a margem pelo plano foi o da questão da distribuição de renda, onde existia uma ênfase mínima, aos gastos sociais, surgindo apenas em 1959 um projeto visando a dinamização das regiões primário exportadoras, alijadas do processo de industrialização, com a criação da SUDENE – Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste – já que a região nordeste era a mais afetada por esta problemática.
Dentro do plano, o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), tornou-se uma peça de grande importância para sua implementação, funcionando como seu assessor direto.
O ISEB, como era chamado, consistia em um grupo formado por professores, intelectuais, representantes da cúpula militar, dos ministérios e do congresso. Sendo a instituição subordinada diretamente ao Ministério da Educação.
Surge neste momento, uma política nacional – desenvolvimentista que distingui-se do nacionalismo pois combinava o Estado, as empresas privadas nacionais e o capital estrangeiro, visando o desenvolvimento, enfatizando a industrialização.[1]
[1] Podemos ver todas estas informações referentes ao plano de metas nas obras:
FAUSTO, Boris, História do Brasil - 11.ª ed. – São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003. Pp. 425 à 430.
E, LESSA, Carlos. Quinze anos de política Econômica, São Paulo, Brasiliense. Pp. 14 à 17.
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domingo, 27 de abril de 2008
Olá Meus Amigos!!!
Aqui vou postar um pouco do que penso e sinto com relação aos mais variados assuntos.
Espero que gostem pois meu intuito é exercitar um pouco o meu lado "escritor" e estimular o debate sobre os mais variados assuntos.
Em breve estarei postando minhas primeiras opiniões.
Um abraço a todos.
Wagner.
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